Principal | Auditoria Interna | Obras | Download Gratuito | Sobre Auditoria | Artigos | Cursos


 

MARCO CONCEITUAL DO CONTROLE INTERNO INFORME COSO E LEI SARBANES – OXLEY - GOVERNANÇA CORPORATIVA

 

INTRODUÇÃO:

 

Este trabalho visa a análise detalhada do controle interno, dando um enfoque com base nas orientações recentes dos organismos internacionais, tanto no tocante à governança corporativa quanto no que se refere ao próprio controle interno.

 

Entendemos que a transparência dos relatórios contábeis, assim como o grau de confiança que eles nos fornecem, dependem basicamente de um sistema de controle interno que dê garantias de fidelidade nos processamentos dos dados gerados pelas operações, detectando eventuais erros ou fatores de risco, bem como promovendo sua imediata correção.

 

O informe COSO, parece positivo porquanto promove uma padronização relativa na aplicação e no entendimento universal do sistema de controle interno das empresas, como elemento fundamental no governo da entidade e na garantia da obtenção dos objetivos.

 

Propomos neste trabalho, a implementação do marco COSO, suplementado pela aplicação da formula de cálculo do risco proposto pelo informe COCO, dos auditores canadenses.

 

  1. CONTROLE INTERNO

 

1.1 Evolução das necessidades de controle interno das empresas

 

A partir da revolução Industrial e, principalmente no decorrer do século passado, mas precisamente após a segunda guerra mundial, o dinamismo dos negócios tem sido uma constante, sendo que as mudanças vem se acelerando continuamente, o que cria novos desafios para os sistemas de informação necessários ao bom andamento dos negócios.

 

Normalmente os sistemas de informação, são definidos como “sistemas de controle interno”, pois estes devem estar incluídos naqueles de tal forma que ambos sejam complementares e não se constituam em apêndices que dificultem o andamento das operações da empresa.

 

A informação de tipo digital e isenta de papéis modificou de forma fundamental a forma em que os fluxos operacionais se relacionam entre si, e, portanto, modificou também os sistemas de informação e os de controle interno.

 

Naturalmente que apareceram novos riscos que devem ser levados em consideração por ocasião de eventuais avaliações destes sistemas.

 

O distanciamento gradual ocorrido entre a propriedade das empresas e sua gestão, cria questões adicionais a serem consideradas, uma vez que os proprietários perdem parcialmente o acesso às informações que teriam se participassem diretamente desta gestão.

 

A estrutura organizacional deve ser adequada constantemente a estes câmbios que ocorrem, de tal forma a suprir os usuários, das informações que eles precisam, de forma fiel e imediata, tal que permitam em tempo a tomada de decisões de investimento adequadas.

 

A partir do momento em que as empresas passam do estágio de controle apenas no âmbito contábil (“quando a estrutura organizacional da empresa se caracterizava pela coincidência entre propriedade e administração, era apenas necessária a implementação de sistema de controle interno no âmbito contábil com o objetivo de proteger os ativos de perdas derivadas de erros intencionados” AICPA, 1973), para operações de maior complexidade, foi necessário a introdução de novas técnicas  de direção e implementação de sistemas de controle interno com o objetivo principal de proteger os ativos contra perdas derivadas de erros, intencionais ou não, no processamento das transações e a utilização dos ativos correspondentes.

 

Neste ponto, surge a necessidade de implementar um sistema de controle interno que, além do âmbito financeiro-contábil, abrangesse também a gestão e a direção de tal forma que permita “proporcionar uma segurança razoável, na obtenção dos objetivos específicos da entidade” (AICPA, 1988).

 

1.2 Conflitos de Agentes

 

A internacionalização das atividades empresariais, tem significado uma maior dispersão da propriedade e, portanto, uma nítida separação desta com a direção da empresa,

 

Em havendo esta separação, então nos encontramos com “agentes diretivos”, cujos interesses são bastante específicos, e os “agentes proprietários” com interesses, por vezes, diametralmente opostos aos primeiros.

 

Esta contraposição de interesses cria o chamado “conflito de agentes” definido pela disparidade de acesso às informações dos negócios existente entre os proprietários, dispersos e por isso débeis, e os administradores, possuidores de total acesso a informações privilegiadas, situação esta, que transforma o proprietário na parte fraca e o administrador na parte forte.
(...)

OBS: Conteúdo editado dia 25/10/2010 sujeito a alterações posteriores, verificar atualização no link abaixo.

 

Informações retiradas da Obra Auditoria - Teoria e Prática, para acessar o conteúdo atualizado da Obra, clique aqui!

CURSOS RELACIONADOS 
Formação de Auditores Internos - Teoria e Prática para o Exercício Profissional da Auditoria Interna - Nível básico

HOLDING FAMILIAR & PROTEÇÃO PATRIMONIAL

 

10ª Oficina de Auditoria Interna - em São Paulo - SP

Acesse os tópicos da próxima Oficina de Auditoria Interna

·         1º dia - Passo a Passo para Implementar um Modelo de Auditoria Interna

·         2º dia - Auditoria Interna Operacional em Estoques - Como prevenir perdas e desperdícios

·         3º dia - Auditoria Interna Operacional em Contas a Pagar e Contas a Receber

·         4º dia - Auditoria Interna Operacional em Bens Patrimoniais-  4 horas

·         4º dia - Como Elaborar Papéis de Trabalho e Relatórios de Auditoria Interna – 4 horas

 

   Veja mais assuntos publicados sobre Auditoria Interna

Artigos publicados sobre Auditoria Interna

- A Auditoria Interna passa por valorização no cenário atual
- Fraudes Corporativas "como a auditoria interna pode prevenir perdas por fraudes e desfalques na empresa"
- O que é a auditoria interna
- Por que fazer uma Auditoria Interna em Recursos Humanos?

 
Cursos sobre Auditoria Interna

- Curso -Passo a Passo para Implementar um Modelo de Auditoria Interna:Teoria, Metodologia e Prática
- Curso - Documentação em Auditoria Interna
- Curso - Auditoria Interna Operacional em Estoques - Como prevenir perdas e desperdícios
- Curso - Auditoria Interna Operacional em Contas a Pagar e Contas a Receber
- Curso - Matriz de Riscos na Auditoria Interna
 
- Curso - Auditoria e Gestão de Riscos Empresariais - Lei Sarbanes-Oxley e o Informe COSO
- Curso - Auditoria Interna Ferramenta de Avaliação e Controle de Riscos Empresariais 
- Curso - Auditoria Interna em RH e Terceirizações - Ferramenta eficaz para Prevenção e Redução de Passivos Trabalhistas


 


 

Portal de Auditoria© · Curitiba-PR · (41) 3272-8507 · portaldeauditoria@portaldeauditoria.com.br

Auditoria Interna - Formação de Auditores Internos, Auditoria Operaciona, Auditoria em Contas a Pagar, Auditoria em Contas a Receber, Controles Internos, Relatórios de Auditoria
Auditoria | Auditoria Interna | Oficina de Auditoria Interna | Pis e Cofins | Controles Internos | Contabilidade | Gestão Tributária | Clínica Tributária | Evitar passivos Trabalhistas | Cursos e Treinamentos Presenciais | Downloads Gratuitos | Modelos Contratos | Defesas de Autuação Fiscal | www.MAPH.com.br | Cadastre-se | Twitter